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23 Jun

Onde vivem os membros da icónica banda italiana Pooh

Os Pooh são uma das bandas mais queridas da música italiana, tendo atravessado décadas de sucesso sem nunca perder a ligação com o público. Das melodias intemporais às grandes digressões, construíram uma história feita de canções icónicas e de uma identidade artística sempre coerente. 

Mas para lá do palco e dos holofotes, há também a dimensão mais privada: onde vivem atualmente os membros dos Pooh? Entre cidades diferentes e escolhas pessoais, as casas destes artistas famosos contam muito sobre a relação com os lugares que os acompanharam ao longo do tempo.

Quais são os membros históricos dos Pooh e onde vivem

Depois de uma carreira longuíssima, discos de platina e digressões por toda a Itália, os membros históricos do grupo escolheram lugares muito diferentes entre si: do campo toscano às colinas do Véneto, passando pela Lombardia e a Emília-Romanha. São residências que revelam algo do seu caráter, das raízes familiares e da necessidade de normalidade depois de uma vida sob os holofotes.

Ao longo das décadas, a formação conheceu mudanças, mas os nomes mais queridos são sempre os mesmos, ligados a canções inesquecíveis e a um imaginário coletivo que vai além das gerações.

  • Roby Facchinetti: voz, teclados, piano, acordeão e sintetizador.

  • Dodi Battaglia: guitarra solo, voz e autor de muitos temas.

  • Red Canzian: baixo, voz, mas também guitarra, flauta, violoncelo e contrabaixo.

  • Riccardo Fogli: voz, guitarra, baixo e pandeireta, protagonista também de uma longa carreira a solo.

  • Stefano D’Orazio: bateria e voz, falecido em 2020.

Pooh

Os Pooh em 1988, na formação com Stefano D’Orazio, falecido em 2020.

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  • Roby Facchinetti: raízes e residência em Bérgamo

Roby Facchinetti é frequentemente apontado como a alma dos Pooh: a sua voz, o seu piano e as suas composições contribuíram de forma decisiva para o sucesso do grupo. Nascido em Bérgamo a 1 de maio de 1944, sempre demonstrou uma ligação profunda com a sua terra, desde as primeiras experiências musicais até aos anos de consagração nacional. Depois de uma vida passada entre digressões e viagens, o regresso às origens representa para ele um ponto firme.

Pooh

Roby Facchinetti

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  • Red Canzian e a relação com a região de Treviso

Encontrou o seu equilíbrio no Véneto, em Sant’Elena di Silea, numa casa rodeada de verde e perto do rio Sile.

Aqui leva uma vida mais tranquila e familiar, partilhada com os seus e longe dos ritmos frenéticos do espetáculo, continuando a dedicar-se à música e aos seus projetos artísticos.

Pooh

Red Canzian

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  • Riccardo Fogli: a villa em Campiglia

Escolheu a Toscana, em particular a zona de Livorno, como lugar para viver, mais concretamente Campiglia Marittima, onde também Gino Paoli tinha uma casa.

A sua casa reflete um estilo luminoso e acolhedor, perfeito para uma dimensão privada e serena. Foi aqui que construiu, ao longo dos anos, o seu quotidiano, entre família e trabalho.

  • Dodi Battaglia: a ligação à Emília e a Bolonha

Se Facchinetti é o rosto dos teclados, Dodi Battaglia é a guitarra dos Pooh. Natural de Bolonha, continua a viver na sua cidade, mantendo um perfil reservado.

Sempre afastado do mediatismo, privilegiou uma vida discreta, dedicando-se à música e à esfera pessoal, sem nunca procurar uma exposição excessiva.

Pooh

Dodi Battaglia

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Uma carreira com mais de meio século de sucessos e transformações

Os Pooh nasceram em 1966 e tornaram-se rapidamente uma das bandas mais longevas e queridas da música italiana. O primeiro grande sucesso chegou com “Piccola Katy” (1968), seguido de temas icónicos como “Tanta voglia di lei” (1971) e “Pensiero” (1971), que os consagraram junto do grande público. Nos anos 70, experimentaram sonoridades mais complexas com álbuns como “Parsifal” (1973), considerado uma das suas obras-primas.

Nos anos 80, consolidaram o sucesso com êxitos como “Uomini soli” (1990), com o qual venceram o Festival de Sanremo, e “Chi fermerà la musica” (1981), que se tornou um hino geracional. A banda continuou a reinventar-se também nas décadas seguintes, entre digressões com lotação esgotada e novos projetos discográficos.

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