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15 Fev

RIVO: o novo projeto de escritórios do Parque das Nações

Lisboa tem um novo projeto de escritórios e serviços. Chama-se RIVO e resulta do reposicionamento do antigo Edifício Infante, ocupado pela Xerox há vários anos, situado na confluência da Avenida Marechal Gomes da Costa com a Avenida Infante Dom Henrique, no Parque das Nações.

Este ativo – foi comprado pela luso-espanhola Quest Capital, que integra a empresa espanhola Albatross Capital e a portuguesa Quântico – será alvo de uma renovação que incidirá, sobretudo, nas áreas comuns, ao nível da modernização e integração de novas ‘amenities’, revelam, em comunicado, as consultoras Dils e Cushman & Wakefield (C&W), responsáveis pela sua comercialização.

A capacidade de adaptação para empresas de grande dimensão ou a modelos de ocupação ‘multi-tenant’ é uma das grandes apostas do projeto, que se traduz numa arquitetura contemporânea, num amplo lobby e em generosas áreas comuns. No que respeita às novas comodidades, os futuros inquilinos poderão usufruir de ginásio interior, balneários, cantina, rooftop, segurança 24 horas e áreas interiores e exteriores colaborativas e de bem-estar.

Segundo se lê na nota, os três pisos de escritórios do RIVO terão uma área de cerca de 8.500 metros quadrados (m2), integrados num complexo com um total de 25.347 m2. O ativo oferece ainda 322 lugares de estacionamento e um outro edifício de apoio com um armazém de 2.000 m2 e estacionamento adicional.

Localização estratégica numa zona dinâmica da capital

Um dos principais pontos fortes do RIVO é a sua estratégica localização. Inserido numa consolidada área empresarial e residencial premium no Parque das Nações, o edifício conta com uma forte oferta de comércio e de serviços na sua envolvente, estando igualmente próximo de várias empresas reconhecidas, instituições internacionais, hotéis, escolas internacionais, espaços culturais e zonas de lazer, o que funciona como fator atrativo para empresas nacionais e multinacionais. 

Além disso, o RIVO está localizado numa zona de excelentes acessibilidades, muito próximo da Estação do Oriente e a apenas dez minutos do Aeroporto de Lisboa, contando também com uma vasta rede de transportes públicos e ciclovias. 

“Estamos muito satisfeitos em poder comercializar um projeto tão distintivo como o RIVO. A zona oriental da cidade, e sobretudo do Parque das Nações, não tem espaço de qualidade disponível no mercado e este projeto vem responder a essa lacuna. Além de ser um edifício de grande dimensão e com características únicas como a proximidade ao rio Tejo, vai ser alvo de uma profunda reabilitação muito focada na inclusão de ‘amenities’ que serão distintivas no mercado”, destaca Pedro Salema Garção, Head of Office Agency na C&W Portugal, citado no comunicado.

Por sua vez, Mariana Rosa, Head of Offices da Dils Portugal, sublinha que “o RIVO vem introduzir uma nova disponibilidade de escritórios no Parque das Nações, numa localização onde a ‘vacancy’ é muito reduzida e a procura por espaços diferenciadores continua elevada”. Segundo a responsável, “trata-se de um edifício com um posicionamento muito singular, que permite às empresas afirmarem a sua identidade e criarem uma experiência de trabalho verdadeiramente valorizadora para os seus colaboradores”. 

“A combinação entre escala, ‘amenities’, acessibilidades e envolvente urbana faz do RIVO uma resposta clara às novas exigências do mercado e do ‘workplace’ contemporâneo”, conclui Mariana Rosa.

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